terça-feira, 1 de novembro de 2011
Avião com 230 a bordo faz pouso de emergência na Polônia
Terça-feira, 01/11/2011
Um avião com 230 pessoas a bordo teve que pousar de barriga após ter problemas no trem de pouso. Ninguém ficou ferido.
Avião decola mas faz pouso forçado em Confresa
O fato aconteceu na manhã de hoje 01/11, um avião pulverizador decolou do aeroporto municipal de Confresa e teve que fazer um pouso forçado a cerca de 2 Km do aeroporto.
De acordo com informações de testemunhas que moram próximas ao local, tudo aconteceu por volta das 07 horas da manhã. "Eu estava em casa quando escutei um estrondo muito alto quando sai lá fora vi que um avião havia caído na pastagem”, relatou uma testemunha.
O pouso forçado aconteceu em uma pastagem que fica em frente ao parque de exposições da Expofresa. Não houve feridos, apenas danos materiais.
O avião pertencia a uma fazenda localizada na região do Fontoura, 90 Km de Confresa. Uma pane no motor da aeronave pode ter causado a queda. O prejuízo estimado é de cerca de R$ 150 mil, uma vez que o avião não tinha seguro.
Os dois homens que estavam no interior da aeronave aguardam a chegada dos responsáveis pelo avião para devidas providências.
O avião seguia de Confresa para uma fazenda no Fontoura.
Certificação americana
AEROMAGAZINE da Redação
O Embraer Super Tucano recebe da FAA (agência norte-americana de aviação) certificação de voo nos Estados Unidos. O documento viabilizará uma série de demonstrações da aeronave e criará oportunidades de negócios para a Embraer no maior mercado de defesa do mundo. "O Super Tucano é o avião mais avançado de sua categoria, com experiência comprovada em todos os países onde já opera, e temos visto crescentes demonstrações de interesse das forças armadas", afirma Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança. Em operação há mais de sete anos, mais de 150 Super Tucano são empregados por forças aéreas de cinco nações e, em breve, também voará na Indonésia. São 130 mil horas de voo e 18 mil horas de combate sem nenhuma perda.
Dobra o número de mulheres piloto de avião no país, aponta Anac
Globo.com/G1
Elas não são grandes nem fortes. São pequenas, discretas e delicadas. Não se esquecem do batom e, com unhas caprichosamente pintadas de vermelho, seguram com mãos firmes um Boeing de até 79 toneladas.Números da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostram o crescimento do número de mulheres que procuram o mercado aéreo. Em 2009, foram expedidas 44 licenças para pilotos do sexo feminino: 35 delas conseguiram licença de piloto privado e outras 8 de comercial. Apenas uma obteve a habilitação para comandante de uma linha aérea.O número duplicou em 2010, quando foram expedidas 86 licenças para mulheres: 56 novas de piloto privado, 24 de comercial e 6 de linha aérea, para a qual são necessárias 1.500 horas de voo. Em relação ao ano anterior, a tendência é que 2011 termine com um novo recorde. (veja tabela abaixo)A comandante Joana Moojen, de 30 anos, recém-promovida ao posto e com mais de 3 mil horas de voo, decolou de São Paulo com destino a Brasília na tarde de quarta-feira (19) tendo a seu lado a copiloto Juliana Campos, de 30 anos, em uma das raras vezes em que duas mulheres estiveram à frente de um voo comercial no país.
O G1 acompanhou com exclusividade o voo de ida e volta do aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista, para o Aeroporto Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, realizado pela Gol com um tripulação totalmente composta por mulheres: além das duas pilotos, a três comissárias também eram do sexo feminino. A chefe de cabine Priscila Heimy acabou de voltar da licença maternidade. Sua filha tem apenas 8 meses e sente sua falta durante as viagens.
“Como é um voo feminino, a papo aqui dentro é de mulher. E do que mulher fala quando está sozinha?”, brincou a comandante, quando questionada pela reportagem sobre o que conversaria nas alturas com a companheira. “Agora que tenho uma filha, só falo de fraldas, cuidados com criança, mamadeiras. Mães fazem voos mais curtos, como ponte-aérea, para pode voltar para o lar mais rápido”, diz Priscila.Joana foi promovida a posição de comandante há cerca de quatro meses após ter atuado por seis anos como copiloto.
A escolha da profissão surgiu por acaso: “Me perguntaram o que eu ia fazer para o vestibular, escolhi ciências aeronáuticas. Sempre gostei”, diz. Ela e a Juliana são gaúchas e se conheciam da faculdade – fizeram o mesmo curso, em anos diferentes, na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Porto Alegre. Mudaram-se para São Paulo e foram parar na mesma companhia aérea. Mas nunca antes tinham voado juntas.“Para mim, foi um prazer voar com ela. Este voo ficará para a história das nossas vidas”, diz Juliana. As duas, que não se viam há algum tempo, são casadas com pilotos de outras companhias. “Mas em casa somos nós que mandamos, assim como aqui na cabine”, brinca a comandante.
PreparaçãoNa cabine, Joana, que tem 1,68m, e Juliana, de 1,63m, são cuidadosas e cautelosas. Após receber a rota de navegação do voo, a comandante começa a verificar a situação da aeronave.
Licenças emitidas para mulheres
2009
Quantidade
Piloto Privado
35
Piloto Comercial
8
Linha Aérea
1
2010
Piloto Privado
56
Piloto Comercial
24
Linha Aérea
6
2011*
Piloto Privado
44
Piloto Comercial
19
Linha Aérea
5
Fonte: Anac* Números até 31 de julho
“A primeira coisa que eu faço é pegar o livro de bordo e ver as anotações que o comandante do voo anterior fez, se houve algum problema, se ele fez algum apontamento. Em seguida, eu ligo todas as luzes do painel. São as luzes que nos avisam de qualquer pane. Se uma delas está queimada, não somos alertados do problema”, explica Joana. Ela checa também o alarme de incêndio na turbina. “Este é maior e além da luz, ele também grita, tem um alarme sonoro, pois é bem importante”, diz.Em seguida, a comandante coloca no computador de bordo todas as informações necessárias para que o Boeing calcule a rota para o piloto automático, como quantidade de combustível, peso, velocidade desejada, altitude, etc. “Qualquer mudança que eu fizer na rota depois eu tenho que fazer contato com o centro de controle do espaço aéreo. Eu não posso mudar de rota ou altitude sem pedir autorização”, afirma Joana.Foi a comandante que fez os pousos em Congonhas e em Brasília porque a Anac exige que o copiloto só pode assumir o pouso caso o comandante tenha mais de um ano na função, diz Joana, que assumiu a função de comandante com 3 mil horas de voo em Boeing.“Nunca sofri preconceito. Os comandantes apenas estranham, olha com uma cara diferente”, diz Joana. “O fato de estranharem é algo normal, já acostumamos. Mas vamos conquistando nosso espaço. No cabine, comandantes mais experientes sempre nos ensinam, ajudam”, diz Juliana que, além de ser casada com um piloto, tem um pai e dois primos também na profissão.
Além da comandante, a copiloto e a chefe de cabine, os voos da Gol 1336 e 1967, realizados na quarta-feira, levavam também as comissárias Priscila Pereira,Monique Bonacio e Anelise Hugentobler. Já em terra, em Congonhas, Joana comemorou. “Foi um voo muito bom para nós, deu tudo certo. Ficará para a história”.
HistóriaA primeira mulher no mundo a receber licença para pilotar um avião foi Raymond de Laroche, em 1910. Ela também foi a primeira mulher a fazer um voo solo, em Paris, no mesmo ano. Desde então, mulheres apaixonadas por aviação passaram a ingressar no mercado.
Na Gol, a primeira mulher a chegar ao posto de comandante foi Elisa Rossi, em 2007. Em agosto, a companhia promoveu mais duas copilotos ao comando de jatos, entre elas Joana.Na Força Aérea Brasileira, a primeira oficial aviadora só se formou em 2006. Hoje, a FAB conta com 22 mulheres no comando de suas aeronaves pelo Brasil, grande parte tem nas mãos aeronaves de grande porte que atuam no transporte de tropas e na busca e salvamento.
01/11/11 Avião de pequeno porte cai em oficina mecânica no México
O avião caiu logo depois da decolagem. Três pessoas morreram. As autoridades investigam as causas do acidente.
g1.com
ATR-42-500 JadLog, 5 toneladas de carga
FONTE: TRANSPORTABRASIL.COM.BR