quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Soltar gases ao andar de avião faz bem e recomenda-se

Retê-los não faz nada bem à saúde, já se sabia, mas estudo comprova que, afinal, há algo no avião que pode ajudar, e muito.

Jacob Rosenberg, um gastroenterologista dinamarquês, viajava de avião calmamente para Tóquio quando notou um cheiro forte e intenso dentro do aparelho. Não foi preciso muito para perceber o que se tratava, estava na hora de estudar especificamente o caso.

Assim, Rosenberg reuniu com um grupo de especialistas e juntos debruçaram-se sobre a questão: soltar gases quando se viaja de avião, sim ou não?

Após um estudo ao organismo humano e a várias partes que integram um avião, o médico não tem dúvidas, os passageiros devem soltar gases, e até há forma de minimizar os ‘danos’ causados aos outros passageiros e à tripulação.

A investigação revela na verdade algo que não é novidade para ninguém, reter gases no organismo faz mal, seja onde for.

No caso das viagens de avião, a flatulência tende ainda a aumentar, fruto das variações da pressão: “Manter os gases dentro do organismo causa desconforto e até dor em algumas situações”, afirma o gastroenterologista dinamarquês, no estudo publicado na Nova Zelândia.

Mas há mais. A investigação concluiu, após análises aos equipamentos dos aviões, que o revestimento das cadeiras dos passageiros da classe económica retém cerca de 50 por cento do odor dos gases, ou seja, quando é sentido pelos outros passageiros a sua intensidade é metade da normal.

Curiosamente, na classe executiva o mesmo já não acontece, visto que as cadeiras são, na maior parte das vezes, revistadas com materiais como o couro.

ptjornal.com

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O puro-sangue da Bombardier completa 50 anos



Learjet completa 50 anos, sinônimo de luxo e de jet set de muitas celebridades.

Assistam a matéria do National Geographic Megafactories Learjet, video em HD (Inglês).

O video mostra a história da construção do emblemático 60XR o mais avançado, fabricado a mão na grande fábrica em Wichita. Learjet 60XR, desempenho de caça e luxo de iate.


video: youtube

Filme "O Voo" vale a pena assistir


'O Voo' acompanha piloto Whip Whitaker (Washington), um alcólatra que se torna um herói norte-americano quando consegue pousar uma aeronave comercial após uma pane no sistema. O problema é que ele estava sobre a influência de drogas e álcool no momento, e não aceita seu novo rótulo de salvador da pátria.

Segundo protótipo do Legacy 500 realiza primeiro voo em São José

Testes da aeronave são realizados deste novembro do ano passado.
Avião, que vai custar R$ 40 milhões, deve entrar no mercado em 2014.


Do G1 Vale do Paraíba e Região

Segundo protótipo do Legacy 500 teve seu primeiro voo realizado nesta sexta-feira (15). (Foto: Divulgação/Embraer)Segundo protótipo do Legacy 500 teve seu primeiro nesta sexta-feira (15). (Foto: Divulgação/Embraer)

A Embraer realizou nesta sexta-feira (15) o primeiro voo do segundo protótipo do Legacy 500, em São José dos Campos. O voo inaugural do primeiro protótipo foi realizado em 27 de novembro do ano passado. Desde então, a aeronave já teve 44 horas em 23 voos para realizar testes de desempenho.

De acordo com nota emitida pela empresa, no final de janeiro, a aeronave executou uma série de manobras atingindo os resultados esperados. O segundo protótipo do Legacy 500 será dedicado primeiramente ao desenvolvimento e à certificação de sistemas. O programa de teste está sendo realizado para adequar a aeronave até o início das primeiras entregas programadas para 2014.

O avião levou quatro anos para ser projetado com um custo de R$ 1,5 bilhão e tem capacidade para até 12 passageiros e vai custar cerca de R$ 40 milhões. Ele vai ser fabricado em São José dos Campos.

O modelo é o primeiro desse tamanho a ter a tecnologia fly by wire, que troca os tradicionais controles mecânicos, formados pelo conjunto de alavancas, cabos e engrenagens, por informação digital, transmitida por fios. Esse tipo de tecnologia já é usada por empresas como a Boeing e a Airbus, mas não em aviões pequenos.

Somente com curso homologado


Para os pilotos que ainda não fizeram a banca de PLA/PLAH e pretendem fazer sem ter que frequentar o bom e velho aeroclube, desembolsar em torno de R$ 1.000,00 a R$ 1.500,00... blá.. blá...

Conforme publicado no RBAC 61, a partir do dia 22 de junho de 2013, os pilotos que quiserem fazer bancas de PP, PPH, PLA e PLAH, deverá ter concluído curso homologado em alguma instituição $$$.

Aqui no blog postei um questionário muito bom para quem vai fazer prova de PLA/PLAH. Estudem e façam logo!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Empresa apresenta voo de 5 minutos sem gravidade por 5.980 euros


Agencia EFE
Paris, 4 dez (EFE).- O Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES) e uma empresa privada apresentaram nesta terça-feira uma oferta de voos nos quais, durante cinco minutos se poderá sentir a ausência da gravidade e cujo preço é de 5.980 euro.
'Não se pode dizer que seja barato, mas é o preço que se tem para conseguir realizar um sonho de infância, o de viver a mesma sensação que se tem no espaço', assegurou à Agência Efe o diretor-geral da empresa Avico, Gilles Gompertz, que comercializará os voos.
Os organizadores da experiência asseguram que será a primeira vez na Europa que o público em geral vai compartilhar as experiências dos astronautas.
Gompertz acrescentou que o preço é 'comparativamente muito interessante' se for levado em conta que viver uma experiência espacial não é fácil e que os turistas que viajam para a Estação Espacial Internacional pagam US$ 20 milhões.
'Os voos no Virgin Galactic são espetaculares, porque se sobe até a estratosfera, mas o tempo que se está sem gravidade é também de cinco minutos. E custam US$ 200.000', assegurou.
O diretor-geral da Avico disse que o dinheiro arrecadado servirá para amortizar o investimento no avião, introduzir renovações técnicas no mesmo e financiar a pesquisa.
'Não há nem lucro nem subvenção do Estado', disse Gompertz, assinalando que sua empresa embolsará uma percentagem como comercializadora dos voos.
Para o próximo ano, os organizadores já têm previstos três voos, um número que pretendem ir aumentando a partir de 2014, em função da demanda e das necessidades científicas do avião, que vai continuar tendo como prioridade a pesquisa.
O primeiro voo decolará do aeroporto de Bordeaux, no sudoeste da França, no dia 15 de março próximo, e a Avico já vendeu quase todas as passagens, por isso que já marcaram data para o segundo, 27 de junho, com saída do aeroporto parisiense de Le Bourget.
A experiência será possível graças ao avião A300 ZERO-G que a filial do CNES Novespace tem para fazer experimentos científicos e que pela primeira vez será posto à disposição do público.
Cada voo, que durará em torno das duas horas e meia, poderá fazer 15 parábolas, o que completará um total de 5 minutos acumulados de tempo sem gravidade.
Cada voo contará com a presença do astronauta da Agência Espacial Europeia (ESA) Jean-François Clervoy, que além disso é presidente da Novespace.
O A300 ZERO-G levará em cada missão 40 passageiros que serão divididos em três grupos de dez turistas e, o resto, pessoal de segurança e instrutores. EFE

sábado, 24 de novembro de 2012

Gol anuncia fechamento da Webjet e faz 850 demissões

A Gol anunciou ontem o fim da companhia aérea Webjet, adquirida em julho do ano passado, e a demissão de 850 dos 1.500 funcionários da empresa. Os voos da companhia foram interrompidos na noite de quarta e os passageiros serão atendidos pela Gol. "Essa medida está sendo tomada em função da devolução da frota. São aviões inviáveis economicamente nos atuais patamares de custo de combustível e de câmbio", disse o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.

A frota da Webjet, formada por 20 aviões Boeing 737-300, já está inoperante e será devolvida às empresas de leasing até o fim do primeiro trimestre de 2013. As aeronaves são mais antigas que as usadas nos voos da Gol e consomem cerca de 30% mais combustível. A Gol continuará a operar todos os destinos atendidos pela Webjet e pretende aproveitar os passageiros da empresa para lotar seus aviões. "Hoje, operamos com um média de 65% a 70% de ocupação nos voos da Gol. Temos espaço para absorver os clientes da Webjet na nossa estrutura", disse Kakinoff.


A decisão de acabar com a Webjet foi anunciada cerca de um mês após a aprovação da fusão pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Até ontem, a Gol fazia mistério sobre o que faria com a marca. Em entrevista ao Estado em janeiro, o fundador da Gol, Constantino de Oliveira Júnior, disse que a Webjet poderia ser uma linha "ultra low cost".


O fim da empresa irritou o Sindicato Nacional do Aeronautas (SNA), que representa pilotos e comissários, categoria que concentrou 543 dos postos cortados. "Até quarta-feira, o discurso da empresa era de que faria demissões pontuais e só em último caso, como foi feito quando a Gol comprou a Varig", disse o presidente do SNA, Gelson Fochesato. "Esperávamos uma fusão, e não o fim da empresa."


O Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ) vai investigar o caso. O procurador do Trabalho Carlos Augusto Sampaio Solar afirmou ter encontrado indícios de ilegalidade nas demissões, que ele considera "abruptas". Outros 450 funcionários, principalmente profissionais que trabalham nos aeroportos, foram absorvidos pela Gol. Os demais estão em processo de aposentadoria ou em licença. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Agência Estado